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Retirado do Site da Pitty:
Portugal 2, a missão
Lá fomos nós de novo para Portugal tocar, dessa vez um festival no
Sul do país, em Algarve. Depois das tradicionais 10 horas de avião,
lá chegamos, verão total, muito calor. Essa região é tipo um balneário,
e nessa época do ano só se vêem turistas e mais turistas. Ficamos num
hotel gigante, com piscinas e praia do lado. Estávamos todos meio
esquisitos por causa do fuso horário, lá são quatro horas a mais q o
Brasil; mas mesmo assim arrisquei uma ligeira ida ao sol.
Tão branquela qto as turistas inglesas, tirei meu biquini de pin up do
armário e fui. Não agüentei mto tempo, claro. O bom é q ninguém ficava
me reparando, ninguém sabe quem eu sou... liberdade total nesse aspecto,
delícia. Bateu mó sono esquisito, acredito que pela diferença de horário,
e aí fui tirar um cochilo... e acordei mais tarde com a garganta doendo muito.
Remédio, analgésico, anti inflamatório. Saco. Pelo menos o show seria no dia
seguinte, teria algumas horas para me recuperar... dormi, dormi e dormi,
só levantei pra comer.
Dia seguinte, dia do show... que era cedo, de dia mesmo, levando em conta
q lá anoitece bem tarde nessa época do ano. Chegamos no local e era um
estádio muito foda, novinho. A estrutura de palco e som perfeitas.
Fizemos uns trampos de imprensa enquanto esperávamos a hora de
tocar, e não tinha muita gente, talvez pelo horário (muita gente ainda na praia),
talvez pela escalação do festival que era meio doida. A gente, Sean Paul
e Simple Minds, três coisas completamente diferentes. Chegou a hora,
e fomos pro palco. Tocamos do jeito q a gente sempre toca, amarradões,
com vontade. A maioria das pessoas não nos conhecia, e eu
percebi que no começo eles ficaram meio parados prestando atenção,
tentando entender. O bacana foi ver que no final do show, vários dentre esses
já estavam mais próximos da grade, dançando, curtindo, batendo palmas.
Tinha um grupinho do meu lado esquerdo que me chamou
a atenção: uma galera de camisa preta, cantando TODAS as músicas,
dos dois discos. Fiquei de cara, seriam brasileiros, ou seriam portugueses
que já sacavam melhor o som? O repertório foi parecido com o que a gente
tem feito no Brasil, e momento lapso no tempo:
depois de Ignorin´ U a gente ia tocar O Lobo, e eu teria q manter a guitarra.
Não é que eu esqueci q tocava em O Lobo e entreguei a guita pro roadie?
Qd começou a música foi q eu me toquei,
aí lá vou eu pegar a guitarra de novo...sequeeeeela...
E assim foi, valeu a pena, mais algumas pessoas conheceram nosso som,
e a receptividade dos que estavam lá foi mto positiva.
Dia seguinte, dia do show... que era cedo, de dia mesmo, levando em conta q lá anoitece bem
tarde nessa época do ano. Chegamos no local e era um estádio muito foda, novinho. A estrutura
de palco e som perfeitas. Fizemos uns trampos de imprensa enquanto esperávamos a hora de
tocar, e não tinha muita gente, talvez pelo horário (muita gente ainda na praia), talvez pela
escalação do festival que era meio doida. A gente, Sean Paul e Simple Minds, três coisas
completamente diferentes. Chegou a hora, e fomos pro palco. Tocamos do jeito q a gente
sempre toca, amarradões, com vontade. A maioria das pessoas não nos conhecia, e eu
percebi que no começo eles ficaram meio parados prestando atenção, tentando entender.
O bacana foi ver que no final do show, vários dentre esses já estavam mais próximos da grade,
dançando, curtindo, batendo palmas. Tinha um grupinho do meu lado esquerdo que me chamou
a atenção: uma galera de camisa preta, cantando TODAS as músicas, dos dois discos.
Fiquei de cara, seriam brasileiros, ou seriam portugueses que já sacavam melhor o som?
O repertório foi parecido com o que a gente tem feito no Brasil, e momento lapso no tempo:
depois de Ignorin´ U a gente ia tocar O Lobo, e eu teria q manter a guitarra. Não é que eu esqueci
q tocava em O Lobo e entreguei a guita pro roadie? Qd começou a música foi q eu me toquei,
aí lá vou eu pegar a guitarra de novo...sequeeeeela...
E assim foi, valeu a pena, mais algumas pessoas conheceram nosso som, e a receptividade
dos que estavam lá foi mto positiva.


Aew!! Galera... to super feliz...
Olha só o Selo do concurso que eu ganhei!!

Eita gnt como a tia Pitty ta xiq...
Ela vai fazer um som em portuga!!
Boa sorte lá Pitty!!

Essa entrevista eu peguei no site oficial da Pitty:
www.pitty.com.br
ESPECIAL DIA DO ROCK
IBAHIA.COM.BR - EMERSON NUNES
http://ibahia.globo.com/especiais/diadorock/entrevista.asp...
Pitty é o maior expoente da cena rocker da Bahia e
um dos maiores nomes do Brasil quando o assunto
é rock. Atualmente ela está morando em São Paulo e
fazendo shows de divulgação do Anacrônico, seu segundo
disco. Pitty surgiu em Salvador durante a década de 90 a
frente do grupo Inkoma e agora leva suas origens baianas
para onde quer que vá, divulgando nomes das bandas de
Salvador. Por e-mail ela conversou com o iBahia e fez um
retrospecto da carreira, falou sobre bandas novas, influências,
jabá e planos para o futuro.
iBahia - Qual a sua primeira lembrança da cena rocker de
Salvador?
Pitty - Eu e umas amigas saindo do show da Úteros em Fúria
no New Flórida, em Villas do Atlântico, e esperando na grama
até de manhã para pegar o buzú de volta a Salvador.... uma das
primeiras lembranças.
iBahia - Quais as suas impressões atuais, vista de fora?
Pitty - De fora mais ou menos né? (risos) Porque eu estou
sempre aí, e falo com a galera sempre. Ah, aquela coisa, muita
banda f***, muito disco bom sendo feito e nada de lugar pra tocar.
Vejo a mídia alternativa ganhando força também, com os programas
de rádio. Isso é muito bom.
iBahia - Quais as bandas da Bahia que você admira, mas que ainda
não são conhecidas do grande público?
Pitty - Váaaarias. Cascadura, Sangria, Retrofoguetes, Ronei Jorge
e os Ladrões de Bicicleta, Honkers, Nancyta, Lou, Automata.... entre
outras.
iBahia - Você acompanha algum grupo de Salvador?
Pitty - Todos de Salvador e da cena em geral.
Tô colada o máximo que posso, eu faço parte disso,
esqueceu? (risos)
iBahia - Por que algumas bandas boas não conseguem
ter visibilidade nacional?
Pitty - Por tudo que a gente já sabe. Oportunidade de
divulgação, grana para investir...
iBahia - Por que as gravadoras têm uma certa relutância
para investir em bandas de rock?
Pitty - Depende da gravadora, mas em geral deve ser porque
eles não acreditam no rock como uma coisa mais popular,
o que é um erro.
iBahia - É possível fazer sucesso estando na Bahia?
Ou é necessário ir para o eixo Rio-São Paulo?
Pitty - em Salvador é mais complicado, porque infelizmente
os meios de comunicação que dão mais espaço para o rock
não estão na Bahia. Então tem que vir até aqui divulgar, mostrar
que existe. Ficar indo e vindo é caro, então nêgo vem, se estabelece
um tempo. Depois, se for o caso, volta.
iBahia - Qual foi o ponto fundamental para a sua explosão nacional?
Pitty - Ter uma gravadora (a Deck Disck) que, mesmo independente
tem um bom poder de fogo e possibilitou que a gente fizesse um
bom clipe e divulgasse por aí.
iBahia - Um bom videoclip pode fazer a diferença para um
grupo que esteja começando?
Pitty - Acredito que sim. Hoje existe não só a MTV, mas
outros programas de videoclipes. É uma boa linguagem,
mostra o som, a banda e o conceito do trabalho.
iBahia - O que é preciso para o videoclip ser exibido nos
programas de TV?
Pitty - Acho que qualidade.
iBahia - Tem jabá na televisão?
Pitty - Que eu saiba não. Mas deve ter em algum lugar,
o mundo é podre. Comigo nunca teve até porque não
teríamos como bancar isso. A gente fez um bom clipe,
que estreou na MTV como todos os outros de bandas novas,
passava de tarde e tal. Começou passando uma vez na vida e
depois foi rolando mais. Mas demorou, não foi de uma hora para
outra como parece. É que o tempo passa diferente para cada um
nesse caso...
iBahia - Quais as suas influências, literária ou musical,
na hora de compor?
Pitty - As mais diversas e loucas. De Ravi Shankar a
Luiz Gonzaga, de Dead Kennedys a Portishead. Livros
e filmes também, não tem regra. Às vezes bate, às vezes não.
iBahia- Quais os seus planos depois da turnê do Anacrônico?
Pitty - Dar um tempo, ler tudo o que está atrasado aqui,
aprender alguma coisa extra que não dá agora. Basicamente
recarregar a munição para o próximo disco, sem pressa.
iBahia - Qual o conselho que você daria para os grupos
que estão começando em Salvador e em outras cidades?
Pitty - Depende do objetivo. Mas acho que gravar uma demo
de qualidade e fazer o máximo de shows possíveis para formar
um público.

New Template!!!
Esse feito por Mim...
Lindão!!
Filho único....
Huahauahuaahau..


Biografia da Pitty:(parte 1)
Desde a infância em Porto Seguro que ela tem seus ouvidos
atentos àquela música de potencial subversivo e transformador.
Começou com uma fita do conterrâneo Raul Seixas que o pai,
músico, tocava no seu bar. Passou pelos Beatles e Elvis,
ouvidos em casa pela mãe. E chegou aos decibéis de Faith No More,
Nirvana e Metallica, contrabandeados com algum inevitável atraso para
Porto Seguro por amigos, justo quando ela entrava na adolescência
– fase crítica e decisiva, em que começava a alçar vôo na vida.
Pitty se lembra bem: “aquela música casou com o meu estilo de
espírito na época. Eu estudava em escola particular e não tinha
luxo em casa. Via as meninas com roupas de grife e não entendia
como a imagem poderia ser algo tão importante. Isso me levou
a me questionar e me convencer de que o melhor era ser eu mesma”
Admirável Chip Novo “Ninguém merece ser só mais um bonitinho”,
canta Pitty em “Máscara”, uma das faixas mais pesadas do disco,
digna de um álbum do Helmet. Bonita como uma estrela teen, mas
com tatuagens, piercings e vestidos pretos que dariam muito assunto
num papo com Phil Anselmo, a cantora se sustenta no cenário com som,
atitude e discurso. Forma e conteúdo se unem no trabalho dessa pequena
notável (Pitty foi o apelido que a menina Priscila ganhou por causa da estatura),
disposta a mostrar que o tabuleiro da baiana tem muito mais coisas do que a
nossa vã imaginaçãopoderia sacar.
Na adolescência em Salvador, a espevitada cantora integrou a banda
de hardcore Inkoma, que lançou fita demo, participou de coletâneas e
lançou no ano de 2000 o CD Influir.“E o que impressionava não era o
fato de eu ser menina, mas o nosso som, que era muito tosco. É claro,
porém, que rolavam algumas piadinhas”, diz Pitty, que se beneficiou de
uma cena roqueira que na época abria brechas no sufoco axé de Salvador,
de bandas como Lisergia, Dois Sapos e Meio, The Dead Billies e Brincando de Deus.



Cara...
Outro dia eu tava na casa do Dudu, um amigo meu e dai vi uma comunidade do ORKUT que c chamava:
EU ODEIO A PITTY.
Kra! Q horror...
Diziam q ela canta mal, q naum era original, que isso e tal...
Olhem o texto real:
"Eu odeio a Pitty 3.886 membros
Comunidade pra gente inteligente q sabe q o rock nao eh essa merda q essa tal de Pitty canta...Essa bochechuda tem a voz horrível e eh sem atitude...disse q a fama e o sucesso são estressantes...Ela tinha q agradecer pq há imbecis q gostam desse lixo de música e desse lixo de personalidade q eh da Pitty...A mulher ofende o rock cantando e ainda se acha a tal...coitada..digna de pena msm... Faça parte da comunidade e mostre q para ser fã de Pitty, tem q ser + idiota q ela."
Inaceitavel né? Kra se eu começar a criar comunidades daquelas bandinhas podres eu vou ficar maluca com nome q vou por primeiro...
Poxa Pro inferno quem naum gosta dela!
Vai catar Toqim na China...
E um dia ouvi uma pessoa dizer:
- A Pitty acha que sabe escrever letras de músicas! Coitada!
Cara, mesmo com tanta raiva acabo tendo pena desse povo que só consegue entender uma letra de música se ela for explicita e desse povo que tem ciumes do Sucesso, Personalidade e Capacidade da Pitty!
A Pitty é a rainha do rock e pronto!!

